Mapa da poluição luminosa mostra que 1 terço do mundo não pode observar as estrelas


Data da publicação: 6/2/2017
A Via Láctea, um rio brilhante de estrelas que domina o céu da Terra e imaginação dos homens de uma Antiguidade, já não é nada mais que um borrão para mais de terço da humanidade e 80 por cento dos norte-americanos. É o que indica um novo estudo que criou um mapa mundial de poluição luminosa no mundo. O mapa produzido por cientistas italianos e americanos foi publicado hoje na revista Advances Science.

A poluição luminosa é uma das formas mais generalizadas de mudanças ambientais. Em países mais desenvolvidos, uma luz generalizada de luz artificial cria uma leve névoa que encobre como estrelas e constelações no céu noturno.

"Nós temos gerações de pessoas que nunca viram uma Via Láctea", afirma Chris Elvidge, cientista da NOAA no Colorado e colaborador do mapa. "Uma grande parte da nossa conexão com o cosmos - se perdeu."

Elvidge, juntamente com o Instituto Cooperativo de Kimberly Buraco de Investigação em Ciências Ambientais da Universidade do Colorado, faz parte de uma equipe que acabou de criar um mapa mundial da poluição luminosa no céu. Usando dados de satélite de medições de alta resolução de brilho do céu, seu estudo produziu uma avaliação mais precisa para o momento do impacto global da paisagem luminosa no céu noturno da terra.


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