Cursos


Ensino Fundamental I - 1° ao 5° ano

Toda criança nasce herdeira de um legado de realizações humanas. Nessa perspectiva o trabalho do colégio está organizado de modo a compartilhar com os alunos o conhecimento, as crenças e valores produzidos pela humanidade ao longo da história e assim, construir as habilidades e competências necessárias para uma interação significativa com o mundo.

Aqui, as fases de desenvolvimento e as formas de aprender de cada um são sempre respeitadas, valorizando sua inserção na cultura e a importância das interações. Isso sem perder o valor do brincar como forma primordial da criança ser e estar no mundo. A organização dos tempos, dos espaços e dos materiais é pensada com base no modo como os alunos se expressam e suas características, dando a todos eles a oportunidade de falarem, ouvirem e serem ouvidos, de terem contatos com os conhecimentos científicos e se expressarem por meio das diferentes linguagens, verbal, escrita, musical, corporal, entre outras.

O CSP utiliza diversos recursos didáticos pedagógicos como motivadores do processo de aprendizagem. Jogos, brincadeiras, contação de histórias, filmes, são alguns recursos usados que têm um papel essencial na educação auxiliando a compreensão do meio e a percepção da realidade, ao mesmo tempo que despertam o prazer em aprender.


Ensino Fundamental II - 6° ao 9° ano

Os jovens hoje, chegam à escola informados por diversas fontes que estão cada vez mais dinâmicas e atraentes. O foco dos professores não pode ser mais o simples repasse de informações, e sim o tratamento dado a elas. No Colégio São Paulo, o educador é fonte de idéias e reflexões sobre utilidades, implicações e significados das informações. Seu papel é discutir e complementar de forma criativa, as diferentes formas de aprendizado, utilizando novas tecnologias que fazem parte do universo de interesses desses jovens.


Ensino Médio - 1ª e 2ª séries

Quando chegam ao Ensino Médio, os alunos do Colégio São Paulo têm a oportunidade de consolidar e aprofundar os conhecimentos adquiridos durante o Ensino Fundamental, além de ampliá-los. No final desta etapa, os alunos são submetidos a inúmeras avaliações. E para ter sucesso hoje nos diversos tipos de avaliações, o domínio das disciplinas é fundamental, mas não suficiente. É preciso uma articulação dos diversos campos do conhecimento. Por isso, as atividades pedagógicas do CSP enfatizam, de forma integrada, o conhecimento prático, amplo, contextualizado e interdisciplinar, que corresponde também às necessidades do aluno e da vida contemporânea.

Educar é também orientar a fazer escolhas. Um aspecto importante nessa etapa da vida dos alunos é a tomada de decisão em relação à profissão a seguir, o que torna a mediação desse processo de encaminhamento profissional importantíssima. São escolhas que exigem dos alunos autoconhecimento, informações sobre a amplitude das ocupações profissionais existentes, situação do mercado de trabalho atual e futuro e empreendedorismo. No Colégio São Paulo, as ações pedagógicas oferecem aos alunos todo suporte necessário para enfrentar esses desafios, deixando-os embasados para tomada de decisão. Com uma experiente equipe de professores com larga experiência no segmento e sintonizados com os referenciais que norteiam as avaliações para o acesso ao ensino superior, carga horária diferenciada, cadernos atualizados com uma abordagem moderna e recursos tecnológicos, o Colégio São Paulo oferece aos seus alunos toda condição para a realização de suas conquistas.


Ensino Médio - 3ª série com pré-vestibular

Quando se fala em 3ª série do ENSINO MÉDIO, logo vêm à mente da maioria dos mortais os enfadonhos muxoxos ou os murmúrios que costumam compor a realidade das situações maçantes e extremamente chatas. No Colégio São Paulo, entretanto, o que se vê e se sente, não só em nível de 3ª série, é o pulsar da vida com todas as nuances de contradições, anseios, brincadeiras, desabafos, oscilações e hábito de estudo.O diferencial do São Paulo está, sem dúvida nenhuma, no componente humano que dele faz, fez ou (exageros à parte) até mesmo fará parte.

Como a ideia aqui não é apresentar um texto suspiroso, no estilo romântico mais pueril e encantado, é preciso que se diga que há também dificuldades, ruídos, situações conflituosas de algumas relações e até queixumes. Perguntarão os mais céticos ou pessimistas de plantão: "Qual a diferença, então?" A resposta pode até demorar um pouco para surgir, mas eis que, paulatinamente, ela vai sendo tecida, engendrada, vivida. É assim porque, no CSP, o entendimento e o respeito mútuo parecem ser a palavra de ordem que norteia os que estão, os que chegam para ficar ou os que só o visitam. No dia a dia, configura- se uma história com a urdidura de uma prosa poética, fazendo valer os versos do hino são - paulino, principalmente quando ouvimos e cantamos o trecho: "Nos ensinou/A nos dar as mãos/A sermos irmãos, sempre a servir".

Só quem exercita a arte de ser são - paulino sabe que o acolhimento costuma ser a voz de comando, a preocupação com o outro é tônica das relações e as críticas costumam ganhar corpo para que todos saiam lucrando em termos psicológicos, morais, éticos, racionais ou meramente institucionais. Dentro desse contexto, as palavras de Confúcio são bem- vindas e costumam ser asseveradas. Disse ele: "A confiança dá à conversa mais conteúdo do que a inteligência." No CSP, não há como negar que uma espécie de pacto em prol de confiança mútua rege as relações, e, independentemente das ramificações ideológicas ou de alguns pontos de vista mais discrepantes (ou até mesmo distorcidos), a tendência é o prevalecimento da confiança como força motriz das relações interpessoais sadias, sem abrir mão do uso da inteligência como base para construção de uma macrorrealidade mais próxima dos ideais de justiça e respeitabilidade de que tanto necessita o mundo pós- moderno.

A 3ª série não surge descolada da realidade vivida, sentida, (re)criada, (re)pensada nas séries/anos anteriores. Trata-se apenas de um arremate "de peso", que condiz com tudo aquilo que foi semeado pelos construtores do saber pensar: alunos, professores, técnicos, funcionários, pais e direção. É, desse modo, uma família em ação. Entenda- se que a ideia de família não descaracteriza a boa lida com a hierarquização, até porque os diferentes papéis precisam ser exercidos para que seja garantido, na prática, o entendimento plurissignificativo do raciocínio apregoado por Drummond: "Todo o ser humano é um estranho ímpar.". No Colégio São Paulo, o estranho ímpar é convidado a interagir, a conviver com os mais variados formatos da natureza humana, sem perder a identidade.

Dificilmente um integrante da família são- paulina aceita restringir a sua trajetória à condição de ex- integrante, ex- aluno, ex- professor. A forte tendência, na 3ª série ou em qualquer outra etapa da vida de um homem/ uma mulher com histórico são- paulino, é ter em suas reminiscências o ecoar retumbante dos versos daquele inesquecível hino: "São Paulo amigo/Querido lar/Por onde eu for/Hei de te amar".


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